Contabilidade para

Para Arquitetos

CONTABILIDADE PARA ARQUITETOS E ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA

SEJA O ARQUITETO DA SUA EMPRESA!

A WISECONT Contabilidade Digital, quer te ajudar não importa se você possui um grande ou pequeno escritório de arquitetura, se está em início de carreira ou possui mais experiência. Existe um assunto que é fundamental para que o seu empreendimento tenha sucesso: a contabilidade para arquitetos.

Quando bem realizada, é possível economizar com impostos, ter a certeza de atuar dentro da lei e ainda manter a saúde financeira do seu negócio, permitindo que ele cresça e alcance novas metas.

Nós sabemos, porém, que esse é um assunto que gera muitas dúvidas e até receio em alguns profissionais. Por isso, trouxemos 3 dicas importantes de contabilidade para arquitetos que vão ajudar você nessa trajetória. Confira!

1. Os Regimes Tributários possíveis

Uma das principais dúvidas de quem está planejando abrir o seu escritório de arquitetura é saber em qual regime tributário a sua empresa se enquadra. Hoje, no Brasil, é possível optar entre 3 possibilidades, sendo elas:

Lucro real

É indicado para aqueles escritórios de grande porte. Nesse regime, os impostos são pagos com base no Lucro Real, sendo eles: Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), e Contribuição Social sobre o Faturamento (Cofins).

Além disso, também devem ser pagos encargos relacionados ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Lucro Presumido

O valor a ser tributado é determinado de acordo com a receita bruta, com o uso de alíquotas variáveis. O limite da receita bruta, para esse regime, é de R$ 78 milhões. Os impostos recolhidos são: o INSS e o FGTS sobre a folha de pagamento (somente se existirem), o PIS, o Cofins, o IRPJ e o CSLL.

Vale destacar que as empresas enquadradas nesse regime não podem se beneficiar com os créditos do PIS e Cofins, já que estão fora do sistema cumulativo.

Simples Nacional

É uma nova possibilidade de tributação desde janeiro de 2015 e destina-se às micro e pequenas empresas com receita bruta anual máxima de R$ 3,6 milhões. O Simples Nacional possui alíquotas baixas e ainda oferece uma carga tributária reduzida.

2. Como escolher o melhor regime para o seu escritório de arquitetura?

Apesar de parecer tentador em um primeiro momento se enquadrar no Simples Nacional, nem sempre ele pode ser mais vantajoso. Isso porque, dependendo da sua receita bruta anual, é possível ter abatimento nos impostos e outras vantagens cumulativas.

Se você possui funcionários, também é importante pensar em qual regime oferece descontos mais interessantes. Nesse caso, dependendo da sua renda bruta anual, o Simples Nacional pode ser mais interessante por oferecer possibilidades de redução na carga tributária.

Outra possibilidade é se enquadrar como “construtora”, caso você também execute obras, além dos serviços de projetos e engenharia. Mas, somente um contador especializado poderá lhe orientar sobre o melhor regime para você.

3. Os impostos e os profissionais autônomos?

Os autônomos também estão sujeitos a pagamentos de impostos e por isso devem ficar atentos. Em geral, esses profissionais utilizam-se do Recibo de Pagamento Autônomo (RPA) que é emitido pelo contratante. Com esse documento, o profissional poderá prestar serviços a pessoas físicas ou empresas e também contratar outros profissionais.

Os principais tributos que incidem nesse caso são o ISS, o INSS e o Imposto de Renda. Lembre-se que erros na contabilidade para arquitetos podem trazer problemas e multas em casos de falta de envio de arquivos à Receita Federal, processos trabalhistas por pagamentos indevidos aos funcionários e até endividamentos e falência.

Nosso time Wisecont! Preparou dicas exclusivas para arquitetos e escritórios de arquitetura vamos nessa?

5 dicas de contabilidade para escritórios de arquitetura que vão te fazer economizar tempo e dinheiro

Sabemos que contabilidade não é a área que todo arquiteto sonha aprender e trabalhar, mas tão importante quanto desenhar e criar projetos incríveis é manter a empresa saudável, regularizada e gastando menos com impostos, concorda? Então preste atenção neste conteúdo para aprender dicas valiosas sobre contabilidade para escritórios de arquitetura.

Ter uma contabilidade estruturada para seu escritório, com o imposto correto, o tipo de sociedade adequado e respeitando todas as regras pode te fazer economizar um bom dinheiro, além de evitar qualquer problema futuro que você possa ter.

Dicas de contabilidade para escritórios de arquitetura

1. Fases do profissional de arquitetura

Prestador de Serviços Ocasionais

Arquiteto que é recém-formado e ainda presta serviços de maneira ocasional e sem tanta formalidade assim. Ainda não vive inteiramente de projetos de arquitetura.

Prestador de Serviços Autônomo

Já é um arquiteto formado, que trabalha exclusivamente com projetos e tem uma renda de cerca de R$ 3.000 a R$ 4.000 mensais.

Ser um profissional autônomo acaba saindo muito caro, pois, como você ainda é pessoa física, irá pagar até 20% de INSS e até 27,5% de Imposto de Renda. Ou seja, é quase que inviável!

E se você está pensando que MEI pode ser uma boa alternativa, infelizmente ele não é permitido para a área de arquitetura e design de interiores.

Prestador de Serviços Profissional Formalizado

São aqueles arquitetos que já são estabelecidos, que já possuem uma carteira de clientes, têm uma renda fixa estável e desejam formalizar a empresa.

Uma vez que você decide se formalizar e ter uma empresa de verdade, a primeira coisa que você tem que fazer é escolher o seu tipo de empresa, o que envolve o formato jurídico, o porte e o regime tributário.

2. Tipos de Regimes de Tributação

Lucro Presumido

Como o próprio nome informa é um regime que presume quanto de lucro o seu escritório de arquitetura terá. Para profissões regulamentadas, como a de arquiteto, esse valor de carga tributária é normalmente de 16,33% do valor total do seu faturamento.

Em algumas prefeituras do Brasil, o Lucro Presumido dá a opção do regime de SUP (Sociedade Uniprofissional). Isso pode ocorrer em uma sociedade na qual os sócios possuem a mesma atividade profissional.

A grande diferença entre o Lucro Presumido normal x Lucro Presumido + SUP está no pagamento do ISS. No SUP, ele passa a ser um valor diferenciado e menor. Com isso, em média, o imposto total cai de 16,33% para 12,40%, o que já representa um grande desconto no valor total a se pagar.

Simples Nacional

Diferentemente do Lucro Presumido, o Simples não presume quanto você irá ter de lucro e o imposto é cobrado pelo limite do seu faturamento anual. Para isso, esse tipo de regime tributário é dividido em vários anexos. Abaixo vamos listar os que se referem mais propriamente ao mercado de arquitetura e design de interiores.

Anexo III

  • – Carga tributária a partir de 6%.
  • – Inclui serviços de arquitetura e serviços de desenhos técnicos relacionados à engenharia. Se você for o responsável técnico pelo projeto, você pode usar o anexo III para tributação. Entretanto, se de alguma forma você terceirizar ou não for o responsável direto você terá que usar o anexo VI.

Novidade: A partir de 2018 o governo irá separar Arquitetura e Urbanismo de Engenharia. Então, você tendo somente o seu escritório de arquitetura poderá usar o anexo III como regime de tributação, mesmo sem ser o responsável técnico.

Anexo IV

  • – Carga tributária de 4,5% (em caso de você ter funcionários, nesse valor de 4,5% não está incluso o valor do INSS).
  • – Tem como possíveis atividades: design de interiores e atividades paisagísticas. Anexo VI
  • – Carga tributária de 16,93%.
  • – Serviços de arquitetura e serviços de desenhos técnicos relacionados a engenharia (em casos de você não ser o responsável técnico).
3. A importância da formalização para arquitetos

Pode parecer que que não faz diferença, que ninguém vai notar, que isso não é um critério para escolha, mas é sim!

Você ser formalizado impacta tanto na vida do cliente quanto na sua. Veja abaixo algumas vantagens de ser formalizado:

  • • Mostra profissionalismo e maturidade
  • • Organização da vida financeira (saber separar gastos pessoais dos gastos da empresa já ajuda bastante no seu dia a dia)
  • • Emissão de notas fiscais (com isso você evita o risco de sonegação de impostos, multas, entre outros problemas)
  • • Menos imposto de renda (como mostrado nos exemplos acima, quando você atua como pessoa física você paga mais impostos do que como pessoa jurídica)
  • • E, a melhor parte, mais dinheiro no seu bolso. Com a economia de impostos você pode investir mais recursos na sua empresa para acelerar ainda mais o crescimento.
4. Composição contábil do seu escritório de arquitetura

→ Formato Jurídico

Empresário Individual

Somente um sócio e com responsabilidade ilimitada. Em um eventual problema judicial, os bens pessoais podem ser afetados.

EIRELI

Somente um sócio também, porém aqui a responsabilidade é limitada. Existe uma blindagem entre os bens vinculados à pessoa física e jurídica. Entretanto, para abrir uma EIRELI você precisa registrar que a empresa tem de patrimônio pelo menos 100 salários mínimos de capital social.

Sociedade Limitada

Aqui talvez o modelo mais comum e mais conhecido de todos. É uma empresa com mais de um sócio, na qual tudo se limita ao capital do negócio.

→ Enquadramento

ME – Microempresa

Faturamento anual de até R$ 360 mil

EPP – Empresa de Pequeno Porte

Faturamento anual acima de R$ 360.000, porém com um limite de R$ 3,6 milhões. Em 2018 a boa notícia é que esse limite vai para R$ 4,8 milhões.

→ Modelos de Tributação

Como já falamos e listamos acima, seriam:

  • • Simples Nacional
  • • Lucro Presumido
  • • SUP
A maioria das empresas faz a seguinte composição:

Empresário Individual → ME (Microempresa) → Simples Nacional

Entretanto, avalie o seu caso e consulte um contador. Não é porque a maioria das pessoas faz que essa combinação vai ser a melhor para você.

5. Documentos Necessários Para Abrir sua Empresa

Agora que você entendeu a importância da contabilidade para um escritório de arquitetura, tenho certeza que você vai querer se formalizar, certo? Então, veja abaixo todos os documentos que você precisa para dar esse novo passo na sua via pessoal e profissional:

  • – Carteira de Identidade (em bom estado)
  • – Comprovante de endereço de onde será a empresa
  • – Número do recibo da última declaração do imposto de renda ou cópia do título de eleitor
  • – Cópia do IPTU onde será a empresa

Espero que essas dicas de contabilidade para escritórios de arquitetura tenham lhe ajudado e você agora passe a ver seu contador como um excelente amigo!

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